Cardoso e Flavia
Falei dos ateus e vejo surpresa que o Cardoso também pôs um link no superblog dele. Quero agradecer publicamente.
A Flavia Sereia também. Mas ela é amiga velha, ou melhor, velha amiga, ou consertando, uma mocinha que eu conheço de longa data. Superobrigada, Flavia.
E sobre viver de internet, eu tenho firma montada com CNPJ e tudo e está lá no objetivo social: montar e manter sites. Eu tinha o Guia de São Francisco Xavier, que só não deu mais certo porque a cidade é pobre de marré. Mas a gente ganhava uma grana que dava para pagar as despesas todas de manutenção da firma com nossos anunciantes. Eu fazia as páginas e meu marido vendia os anúncios. O site virou até grife de moda. A gente vendia as roupas do Sítio Paineira Velha que eu desenhava. Moletons e camisetas que foram um sucesso na época e tinha loja e tudo.
Meu marido, com a experiência do nosso jornal, o Sítio, gostou do ramo de comunicação e foi para o rádio.
O Chá de Hortelã foi um projeto individual que começou depois do Sítio Paineira Velha, porque eu queria mais liberdade. Eu fazia a linha editorial. Na verdade eu escrevo o que bem entender.
Por isso fui expulsa do UOL-Blog.
Belo currículo, não? (Na verdade, fui convidada a me retirar.)
Enfim, vamos ver o que reserva o futuro a esta nova fase do Chá.
Não sei se vou ganhar dinheiro com o blog, todavia vou continuar escrevendo o que quero. Defendendo a liberdade individual acima de tudo.


Olá, Liliana, quero dizer que também linkei o Chá de Hortelã lá no Sítio, além do link da Dra.
O nível aqui está ótimo. Você leva o maior jeito para cronista.
Abraços!
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Comment by João Arthur — December 4, 2006 @ 5:40 pm