Minha quinta-feira
No melhor estilo diário, (viu Cardoso?) Vou contar meu dia.
Recebi um comentário dizendo que o Tai deveria usar focinheira. Não acho. Ele não ataca ninguém assim. Não sai por aí mordendo. O que aconteceu é que o poodle chegou muito perto da boca dele, que estava quieto no canto dele, preso. Todo dono de cão sabe o que seu cachorro é capaz de fazer e há um consenso entre a aproximação de cães: antes deles se aproximarem a gente pergunta - pode? O poodle é que deveria estar de guia e coleira para a segurança dele.
O cachorro que morreu foi um yorkshire que estava solto no meu terreno e era da engenheira que estava construindo minha casa. Eu cheguei com os meus cachorros soltos dentro do meu terreno para passear e ver a construção e não podia imaginar que havia um outro cachorro solto lá. Minha pastora preta caçou o yorkshire como caça um rato e o abocanhou, matando-o. Foi muito triste. A dona do cachorrinho nem pode ficar brava pois estava no território dos meus cães. O Tai nunca matou nenhum cachorro, apenas ajudou a pastora a matar gatos que entraram no nosso sítio. Ele nunca atacou nada e ninguém enquanto estava na rua. Todos os meus cachorros tiveram aula de adestramento. Expliquei?
Outro comentário, sobre a Sete de Nove. Sou parecida com ela, sim. Mas isso é irrelevante. Eu sou trekker desde pequenininha. Fui cadete da Frota de ir em convenção lá no Anhembi, organizada pelo Aldo Novak, e tenho foto autografada pelo Sr. Sulu. Nunca fui de uniforme nem fantasia, veja bem. Mas a carteirinha está em algum lugar. Tenho as plantas originais da Enterprise “no fucking B, C, or D” há uns vinte anos e guardo como um tesouro. Quando surgiu o personagem da Sete, meu marido falou que finalmente apareceu alguém no universo trekker exatamente igual a mim, no modo de agir e pensar (porque ele é klingon). Eu não sou borg, sou a Sete. E pareço com ela fisicamente. Por isso eu sou tão preto no branco, sim ou não, zero ou um. Quem convive comigo às vezes solta um: “é a Sete…”.
Bem, agora vou me arrumar porque quinta-feira é dia de ir para São Paulo. Eu ponho roupa de São Paulo, com salto alto e tudo, largo o jeito de roça e viro madame. Vou com meu fiel motorista, o Isaías, que me leva viajar porque fico muito cansada de dirigir mais de seis horas ida e volta. Vamos deixar o Tai no veterinário para fazer curativo e tomar banho. Por isso usaremos meu jipe, e não o taxi superconfortável do Isaías. Viajar de jipe é um sufoco. Não poderei postar por motivos óbvios: nada de PocketSharpMT nem postagem por email. A previsão de retorno ao meu lar é por volta de nove da noite. O bom é que é a última viagem do ano. Depois só dia 18 de janeiro. Vou aproveitar para encontrar minha irmã e dar um beijo de Feliz Natal.
Bom dia para vocês!


Bendida hora que sigo o que prego, leio até o fim e clico nos links. Por falar em hora, é mais ou menos agora que, nos desenhos do Tex Avery eu deveria virar um lobo e Aúúúúúúúú…..
Feliz natal, boas festas, procê e pra toda a família.
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Comment by cardoso — December 21, 2006 @ 4:49 pm
Ah eu também ia nas convenções de Arquivo-X!!!!!
Mas nunca fui vestida hehehe
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Comment by Dricota — December 21, 2006 @ 5:59 pm