Hoje A Conexão…

…está uma merda.

Bem hoje que tenho uma reunião pelo MSN que essa coisa do diabo não funciona.

Eu vi que muita gente está reclamando de problemas com o Speedy. Como eu não tenho Speedy, tenho Internet por rádio, deduzo que a zica deve ser no link da Embratel.

Pôxa, Embratel!!! Dá um jeito.

Desde ontem que começou a flutuação da conexão e atrapalhou minhas operações questionáveis de baixar filmes.

Também quem não está logando é o MSN Messenger. O GTalk e o Skype estão bem, devem usar outros caminhos.

Por incrível que pareça, o Twitter funciona razoavelmente. Sem baleias. E foi lá que garimpei uma coisinha para passar o tempo. A dica é do @_Fabio: Lista dos problemas que o MacGyver resolveu em todos os episódios (em inglês.) É bem comprida e envolve muita embalagem de chiclete.

UPDATE: Acabei de conversar com um técnico da empresa que fornece minha conexão e ele me passou informações de dentro da Telefonica, extra-oficiais. O problema do Speedy teria sido num Router que queimou na terça-feria passada e os engenheiros estão tentando consertar desde então. Diversos sites estão indisponíveis pois usam o caminha via Telefonica para ficar online e estão fora do ar. Os outros servidores de internet estão tendo flutuações de conexão pelos entroncamentos (sic) com a Telefonica, limitando muito a navegação.

Cada vez mais sites e blogs estão indisponíveis. Não há previsão de normalização.

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  • Parece Que Vou Ter Que Assistir House

    Depois que li o post da Lu Monte sobre o capítulo final de House fiquei com vontade de ver. A Tina também falou dele. A Lu Freitas…

    Parece que só eu no mundo não vi.

    Confesso que faz tempo que não vejo televisão. No máximo algum filme de vez em quando.

    Eu quero estórias que comecem e acabem na hora. Não quero nada para deixar para a semana que vem. Não quero coisas por fazer, a ver, a acertar. Estou querendo tudo resolvido, pronto. Acabado.

    E acompanhar séries não está combinado com meu perfil atual.

    Completamente sem paciência.

    Ou melhor, com paciência para outras coisas, não isso.

    E eu adoro séries.

    Não as uso como catarse como a Lu, mas já as usei como meu universo particular onde me refugiava na infância. Elas foram muito importantes para mim. Eram meu refúgio de uma infância de abusos de pais maus.

    Hoje já não preciso entrar nesse mundo de fantasia, nem ser um personagem de uma série de televisão.

    Eu cresci.

    E elas puderam se tornar apenas o que sempre deveriam ter sido: uma saudável diversão.

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    Ontem eu fiquei tão feliz com uma certa notícia que eu soube. Vou contar tudinho para vocês.

    Infelizmente não posso dar nome aos bois. Vocês vão entender.

     

     

     

    (Texto auto-censurado porque não quero ir para a cadeia.)

     

     

     

    Ainda bem.

    Fiquei feliz.

    (E vocês também ficariam se soubessem.)

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  • Adeus Ao Xavier

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz., Filosofando | Sunday, June 8th, 2008

    Saindo do Cartório Eleitoral na sexta-feira, com um estado de espírito não muito bom, recebo uma ligação no celular desesperada pedindo que eu me dirigisse até a casa de minha amiga para examinar o Xavier.

    “Acho que ele está morrendo.”

    Nem falei nada. Só respondi: estou indo. E fui.

    Eu sabia que ele havia piorado. Ele não reagiu bem. Não se levantou. Estava hemiplégico. Teve complicações pulmonares. Na minha opinião seu coração não estava bom (embora os veterinários dissessem ao contrário). Então eu no fundo sabia que ele mais cedo ou mais tarde iria morrer.

    Meu treinamento de neurocirurgiã e anos de experiência me dão essa visão fria e certeira.

    E quando eu o vi, estava lá um paciente morrendo. Foi só bater o olho e eu já sabia tudo. Médico tem disso. A respiração, o olhar, o jeito. A gente sabe.

    E minha amiga queria que eu examinasse o inexaminável.

    Eu sentei no sofá. Fumei um cigarro. Tomei água. Conversei um pouco. Enrolei.

    Enrolei.

    Ela ficou falando que já tinha decidido que queria que ele morresse. Que ela sentia que não tinha mais jeito. Que ele não ia melhorar. Que havia passado a noite anterior ao lado dele no colchonete no chão, se despedindo. Abraçada.

    Eu assenti confirmando que ele não ia melhorar e que ele estava morrendo.

    Ele alternava períodos de lucidez e coma.

    Mesmo assim, eu o examinei como ela pediu.

    Ela descreveu o enterro que já estava planejado. E o velório em casa.

    E tentava fazer ele beber água e oferecia ração batida no liquidificador. Ele às vezes tomava água.

    “Vou ligar para o Alexandre” - o veterinário, para sacrificá-lo. “Não aguento mais.”

    Eu quis ir embora porque não queria ver o Xavier ser morto. Eu não aguento mais mortes. Eu não aguento mais sofrimentos. Quis sair correndo dalí.

    Mas não consegui.

    Chorei e chorei pelo Xavier e por todas as mortes da minha vida. E tive a sensação que eu não quero mais ser médica. Eu já vi muita tristeza. Já deu. Cansei.

    E não quero mais ter que ser forte. Super-heroína. Só uma mulher normal.

    E como mulher normal eu chorei e desabei de tristeza pelo cachorro que eu tirei da rua. Batizei de Xavier. Briguei com veterinários que não queriam tratá-lo de uma pneumonia porque achavam que era cinomose há 10 anos atrás. Eu o alimentei, o vi se recuperar dos maus tratos do abandono. Comprei coleira e guia. E quando ele estava bem bonito, o dei de presente para esta amiga que o acolheu por estes 10 anos. Arrependi-me tanto de não ter ficado com ele na época que depois fiquei com o Gigio, seu irmão gêmeo.

    E a Liliana frágil não tinha condições de pegar estrada para voltar para casa. A Liliana forte poderia se obrigar a fazer esforços sobre-humanos e enfrentar 60 km. Mas a Liliana que surgiu, a que se cansou, não. Esta preferiu ficar quieta num quarto enquanto o veterinário dava a injeção. Esta dormiu num sofá-cama com roupas emprestadas na casa de uma amiga que a acolheu para viajar só quando estivesse bem para viajar.

    Esta acordou no dia seguinte renovada e foi num  Café novo tomar o desjejum. E achou o dia lindo.

    E fez mil planos.

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  • Livre, Linda e Solta

    Quem é você em “Sex and the City”?

    Samantha Jones

    Livre, linda e solta, essa é Samantha, personagem fogosa interpretada por Kim Catrall. Pessoas com esse tipo de personalidade são marcantes e brilham quando entram em qualquer ambiente. Você é provavelmente aquela amiga que não deixa ninguém de baixo astral, sempre mostrando o lado bom, divertido e glamuroso de tudo. Autoconfiança e sexualidade à flor da pele revelam uma mulher que sempre faz questão de ser forte e desejável. Mesmo que seja alguém incrível, o medo de se mostrar vulnerável pode atrapalhar seu crescimento pessoal, impedindo de vivenciar sentimentos bons.

    Eu adoro a série. Adoro as personagens. Adoro as roupas. Os sapatos. Ai, os sapatos!

    Claro que vou ver o filme.

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  • Houston, Temos Um Problema

    Este blog ficou fora do ar desde sábado, dia 31 de maio, até hoje segunda, 2 de junho por causa de um incêndio com explosão na sede do datacenter do The Planet, em Houston, o lugar onde o Vilago tem seus servidores.

    Milhares de sites ficaram fora do ar. Foi um acontecimento muito incomum e extraordinário.

    Ao mesmo tempo, meu provedor de internet também ficou fora do ar durante o final de semana e até hoje, sendo que minha conexão está muito instável.

    Espero que tudo se normalize o mais rápido possível para voltar às atividades normais.

    Obrigada pela paciência.

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  • Malushka

    Malushka foi o nome que o marido da Nospheratt deu inspirado naquelas bonecas russas que ficam umas dentro das outras, da maior para a menor. No caso da Malushka, ele falou que era para eu viajar com uma mala dentro da outra para poder voltar com duas malas cheias de bugingangas e comprinhas de viagem.

    Ontem fui ao shopping comprar minha mala nova.

    Eu não sou consumista. Comprar um item para mim é meio que um casamento, deve supostamente durar bastante até a morte de um dos dois. Minha antiga mala durou mais de 20 anos e eu tenho quase certeza que ela foi assassinada pelos caras da companhia aérea porque ela era pesada pra caramba e acho que eles  a aleijaram de propósito quebrando sua rodinha indestrutível.

    Assim, fui até a loja onde já estava de namoros com outra mala fazia tempos. Eu estava bem a fim dela, bonitinha. charmosinha, minha cara. Mas, ela era bem menor que meu antigo baú gigantesco cinza de plástico duro. 

    - Qual sua maior mala? Perguntei.

    As mocinhas da loja me mostraram a tal que eu gostava e uma outra, meio molenga, toda preta, comprida, diferente.

    - Esta aqui é um novo conceito em malas de viagem. E me mostraram a tal mala comprida.

    -Só pesa 5 quilos e tem mais de 100 litros.

    Que dúvida cruel! De um lado eu convivi com uma mala dura que eu comprei porque o vendedor ficou de pé em cima dela me deixando de boca aberta. Por outro lado, a mocinha me mostrava o que havia de mais moderno em malas: uma coisa mole e desconjuntada, porém, bonita do seu jeito.

    A tal mala mole tinha muitas novidades, dentre elas um enorme bolso externo com cadeado para sapatos, não ocupando o espaço das roupas. Também tinha divisões internas com redinhas e bolsos para tudo ficar organizado. Muito moderno.

    A mala convencional que eu estava namorando ficou pequena perto da molenga. E foi assim que eu me decidi a entrar no mundo da mala-conceito, na modernidade do mundo malístico. Comprei a preta.

    Não satisfeita no meu afã de malas na loja, ainda precisava de uma para bagagem de mão, porque foi bem chato ficar carregando as coisas pelo aeroporto.

    E daí eu vi a tal malinha minúscula encorpadinha cor de creme igual a minha pastinha que leva o notebook. Com rodinhas e tudo. Muito fofa. Ideal para passar o final de semana passeando e que cabe direitinho no bagageiro do avião. Não resisti e comprei.

    E lá saí eu da loja com a malinha dentro da malona, toda feliz.

    Eu já disse que eu adoro malas, né?

    (Agora podem me convidar para passear que eu já tenho malas de todos os tamanhos para todo tipo de viagem. ;) )

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  • Dia da Toalha

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Sunday, May 25th, 2008

    Todo dia 25 de maio comemoramos o Dia da Toalha.

    Já é tradição aqui.

    Eu continuo sabendo onde está minha toalha embora ela tenha se perdido um pouco e eu tenha quase entrado em pânico algumas vezes.

    E vocês? Guardaram bem suas toalhas este ano?

    A minha foi para o Uruguay e agora descansa merecidamente no banheiro.

    Lembrem-se: saber onde está nossa toalha já está mais que bom e Não Entre Em Pânico!

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  • Twittando no Blog

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Saturday, May 24th, 2008

    Após acordar há 12 horas no Uruguay, finalmente cheguei em casa e desfiz a mala.

    Só reparei no final da viagem que minha mala estava sem uma roda.

    Por isso estava difícil de levá-la.

    Mala-Sem-Roda, a variante da Mala-Sem-Alça.

    Agora tenho uma boa desculpa para comprar aquela mala que estou de olho há tempos… Ôba!

    (Eu adoro malas.)

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  • Só para avisar…

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz., Blogworld, deusario | Tuesday, May 20th, 2008

    Estou aqui em Montevideo, na casa da Nospehratt, descansando a mente e cansando a língua de tanto falar.

    Como é bom botar a conversa em dia com uma amiga querida.

    Hoje fomos ao shopping e comprei umas roupinhas lindas. O preço aqui está bárbaro comparando ao Brasil.

    Estou adorando a viagem.

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  • Fênix - Qual X-Men você é?

    E não é que deu ela mesmo? (É minha favorita…)


    You Are Jean Grey


    Although your fate is often unknown, you always seem to survive (even after death).

    Your mind is your greatest weapon, literally! 

    Powers: telepathy and telekinesis, the ability to project thoughts into the mind of others, communication with animals

    Which of the X-Men Are You?

     

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  • Notícias

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Tuesday, May 6th, 2008

    Então que minha avó morreu hoje. E eu fiquei sabendo agora há pouco e não vai dar tempo para ir ao enterro em São Paulo.

    Minha família, ou seja, meu tio (a única família que sobrou) sabia que eu não tinha a mínima condição de ir. Eu ainda estou me recuperando de muita coisa por aqui. 

    Assim, eu desmarquei todos os compromissos e estou recolhida em casa, no silêncio.

    São muitos lutos de uma vez só e eu ainda tenho marcas roxas no meu rosto dolorido.

    Quando eu soube da morte da minha avó, eu não chorei. Eu fui para minha esteira e andei até cansar, ficar tonta. Sabe quando não vem nenhuma lembrança boa da pessoa?

    Quando eu morrer quero que as pessoas tenham boas lembranças de mim.

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz., Filosofando | Sunday, May 4th, 2008

    Arte de amar

    Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
    A alma é que estraga o amor.
    Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
    Não noutra alma.
    Só em Deus – ou fora do mundo.
    As almas são incomunicáveis.
    Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
    Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

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    A Marina me convidou, ou melhor, me intimou a fazer o Teste Nerd.

    Então eu fiz.

    Olha o que deu:


    NerdTests.com says I'm a Nerd.  What are you?  Click here!

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  • Você No Google

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz., Blogworld | Friday, May 2nd, 2008

    Eu vi lá no Cardoso uma brincadeira bem legal.

    Você coloca seu nome no Google.com.br e clica no “Estou com Sorte”.

    Que chique…

    Se eu coloco “Liliana”, cai na minha própria página.

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