Quem?

Liliana | Admirável Mundo Velho, Blogworld, Política não vivemos sem. | Friday, July 4th, 2008

O Políbio Braga abriu um processo contra o Nova Corja, mas eu não conheço o Políbio Braga nem seu site, seu blog ou seu jornal. Nunca ouvi falar em Políbio Braga, você já?

Então entre aqui e conheça tudo o que eu sei do Políbio Braga.

OBS: post completamente motivado pelo fantástico processo do Políbio Braga contra um blog. Nem preciso dizer o que acontece quando um monte de gente lincar o nome do Políbio Braga apontando para o blog que ele está processando (GOOGLE BOMB!!!)

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  • Não Existe Mulher Feia

    Liliana | Aproveita que eu não vou cobrar a consulta, Blogworld | Thursday, June 26th, 2008

    Toda vez que eu leio o Caloã ele faz uma alusão às mulheres feias.

    Eu entendo o que ele está dizendo.

    Mas eu rebato: não existe mulher feia.

    Mas como você pode dizer uma barbaridade dessas? - vocês podem me perguntar.

    Bem, concordo que eu olho para algumas mulheres e vejo que estão feias, mas sempre consigo ver também o potencial de mulher bonita, sensual, exótica, misteriosa, sedutora, e porque não dizer bonita de cada uma delas. Potencial este não explorado.

    Porque quando eu vejo uma mulher que não está “bonita” por fora, ou seja, que não está usufruindo de todo seu potencial de ser mulher, eu sei que ela não está “bonita” por dentro também.

    O inverso não é verdade: ser bonita por fora não quer dizer que se está bonita por dentro. Mas estar feia por fora significa estar mal por dentro, com certeza.

    A mulher é um ser lindo em sua natureza. Toda mulher é linda só por ser mulher. E ao exercer sua feminilidade a beleza transparece. Qualquer interrupção da manifestação desse fluxo de feminilidade enfeia.

    Estou sendo dura demais?

    Talvez.

    O que deixa a mulher bonita é a segurança de ser mulher. Totalmente mulher. Absolutamente mulher.

    É a consciência de ser mulher desde os pensamentos mais profundos até as pontas dos cabelos e as cutículas das unhas dos pés.

    E gostar de ser mulher.

    Orgulhar-se por ser mulher.

    E não ter vergonha de se mostrar ao mundo: olhe para mim, sou mulher.

    Durante séculos e séculos nossa sociedade fez de tudo para que as mulheres nãos se sentissem à vontade sendo mulheres. Ser mulher é associado com o Mal. E até hoje muitas de nós pagam o preço dessa castração.

    É muito mais fácil um homem ser homem que uma mulher ser mulher.

    Mas cada uma de nós deve buscar essa força interna que nossa feminilidade nos dá. E deixá-la agir e se manifestar sem medo de ser feliz.

    E daí, o Caloã nunca mais poderá falar das mulheres feias.

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    Liliana | Blogworld | Tuesday, June 24th, 2008

    Conheci o Gustavo Gitti que juntamente com o Dr. Love comanda a famosa “Cabana do Dr. Love” lá no Papo de Homem.

    Foi um prazer conversar com um rapaz tão compromissado com seu trabalho. Ele me explicou como a Cabana funciona: um fórum onde homens de todas as idades chegaram à uma linguagem comum para trabalhar sentimentos, experiências, emoções e vivências.

    Fiquei impressionada. E muito feliz ao ouvir Gustavo contar com alegria os bons resultados dos participantes em se transformar em homens mais felizes, completos, com vidas melhores e mais ricas em experiências.

    Desejo boa sorte ao Gustavo e ao Dr. Love e a todos os homens corajosos que embarcaram nessa aventura de transformação e auto-conhecimento. A melhor aventura que há.

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  • Parece Que Vou Ter Que Assistir House

    Depois que li o post da Lu Monte sobre o capítulo final de House fiquei com vontade de ver. A Tina também falou dele. A Lu Freitas…

    Parece que só eu no mundo não vi.

    Confesso que faz tempo que não vejo televisão. No máximo algum filme de vez em quando.

    Eu quero estórias que comecem e acabem na hora. Não quero nada para deixar para a semana que vem. Não quero coisas por fazer, a ver, a acertar. Estou querendo tudo resolvido, pronto. Acabado.

    E acompanhar séries não está combinado com meu perfil atual.

    Completamente sem paciência.

    Ou melhor, com paciência para outras coisas, não isso.

    E eu adoro séries.

    Não as uso como catarse como a Lu, mas já as usei como meu universo particular onde me refugiava na infância. Elas foram muito importantes para mim. Eram meu refúgio de uma infância de abusos de pais maus.

    Hoje já não preciso entrar nesse mundo de fantasia, nem ser um personagem de uma série de televisão.

    Eu cresci.

    E elas puderam se tornar apenas o que sempre deveriam ter sido: uma saudável diversão.

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    Ontem um dos blogs que eu leio, o Papo de Homem publicou um post sobre Aborto.

    Eu odiei o texto porque o autor, um leitor convidado, foi muito infeliz ao escrever sua opinião e eu achei que por ser um assunto tão importante, o PdH poderia tê-lo apresentado de outra forma, com mais qualidade e informação. Uma pena. Um desperdício de espaço virtual e de tempo de quem leu o tal post.

    Independente se sou contra ou a favor do aborto, a questão primeira que defendo sempre e continuarei defendo é a LIBERDADE INDIVIDUAL DO SER HUMANO DE GERIR SUA PRÓPRIA VIDA.

    Quanto mais desenvolvida uma sociedade e seus participantes, precisaríamos de menos leis que a regulassem, teoricamente. Pois as pessoas se auto-regulariam. Isso é totalmente utópico, anárquico. Mas a anarquia parece que é a forma mais avançada de organização social. Por isso estamos longe dela.

    Mas todo passo em direção à liberadade individual é bem-vindo.

    Hoje, o Estado decide por nós várias coisas. O que podemos ou não fazer. Não temos autonomia de decisão sobre nosso corpo.

    Por exemplo, seria meu direito andar de moto sem capacete e ter minha cabeça esbugalhada no asfalto se eu quisesse. Mas a Lei não o permite. Seria meu direito andar sem cinto de segurança e ser arremessada do carro numa batida, mas a Lei não me permite. Esses são exemplos corriqueiros de como o Estado interfere em minha liberdade individual. O mérito do porquê ele o faz, não importa. Mas ele o faz.

    Como ia dizendo, eu defendo a liberdade individual, para a pessoa fazer o que bem entender consigo mesma, sem interferir com outros.

    Hoje no Brasil é negado o direito de escolha às mulheres do que fazer no caso de engravidarem. A única opção é que levem suas gravidezes a termo salvo no caso de estupro ou risco de vida da mãe me parece.

    Isso que me incomoda: a falta de liberdade de escolha. A imposição de um resultado.

    Cada indivíduo, na minha opinião deve poder decidir sobre as questões fundamentais de sua vida. E ter uma filho é uma questão fundamental. O Estado não é capacitado para decidir isso por ninguém.

    Permitindo a liberdade de escolha, daí sim o indivíduo poderá formular sua decisão baseada em suas próprias convicções morais, religiosas, éticas, culturais, psicológicas, financeiras.

    Não precisamos de um Estado paternalista. E sim de um governo que nos respeite.

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  • Abstração

    Liliana | Aproveita que eu não vou cobrar a consulta, Blogworld | Monday, June 16th, 2008
    ABSTRAÇÃO (Houaiss)
    Datação
    sXV cf. IVPM

    Acepções
    ? substantivo feminino 
    ato ou efeito de abstrair(-se); abstraimento 
    1    Rubrica: filosofia. 
         operação intelectual, compreendida por Aristóteles (383 a.C.-322 a.C.) e Tomás de Aquino (1227-1274) como a origem de todo o processo cognitivo, na qual o que é escolhido como objeto de reflexão é isolado de uma série de fatores que comumente lhe estão relacionados na realidade concreta (como ocorre, p.ex., na consideração matemática que despoja os objetos de suas qualidades sensíveis [peso, cor etc.], no intuito de considerá-los apenas em seu aspecto mensurável e quantitativo) 
    2    Derivação: por extensão de sentido. Rubrica: filosofia. 
         o resultado dessa operação (termo, idéia, concepção etc.); abstrato 
    3    Derivação: por extensão de sentido. Rubrica: psicologia. 
         processo mental que consiste em escolher ou isolar um aspecto determinado de um estado de coisas relativamente complexo, a fim de simplificar a sua avaliação, classificação ou para permitir a comunicação do mesmo [A abstraçãodistingue-se da análise, porque nesta a totalidade é (mentalmente) cindida em todas as suas partes, enquanto a abstração lida com o isolamento de apenas uma das partes.] 
    4    Derivação: por extensão de sentido. Rubrica: psicologia. 
         idéia ou conceito resultante desse processo 
    5    Derivação: por extensão de sentido. Rubrica: psicologia. 
         situação temporária na qual o indivíduo retira sua atenção de tudo que o cerca e volta-se para seus próprios pensamentos; alheamento 
         Obs.: cf. absorção (psic) 
    5.1    Rubrica: psicologia. 
         falta de atenção para tudo que o cerca (por estar o indivíduo concentrado em suas próprias idéias ou lembranças etc.); distração, alheamento 
    6    imagem mental subjetiva, irreal 
    Ex.: é como pura a. que ela aparece a seus olhos 
    7    afirmação que utiliza termos abstratos 
    8    Rubrica: artes plásticas. 
         obra de arte abstrata 

    Eu acompanho vários blogs, e lendo meus feeds me deparo com um discussão que achei meio sem pé nem cabeça. Assim, em vez de deixar um comentário para o Melo, resolvi escrever um post sobre o assunto.

    Eu, como médica, consigo criticar um filme ou série sobre minha área e ao mesmo tempo me divertir com ela. E posso também, se percebo que o filme ou série é ruim de doer, não assistí-lo por qualquer razão, inclusive pelos mesmos erros que em outros filmes bons eu relevaria.

    Isso se chama abstração. Capacidade de gente inteligente.

    Assim, não vejo o porquê de tanto auê.

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  • Querida Tia Rosa

    Liliana | Admirável Mundo Velho, Blogworld | Sunday, June 15th, 2008

    Querida Tia Rosa,

    As férias aqui na montanha estão sendo muito agradáveis. Aquele meu probleminha de palpitações no meu  coração está sendo curado pois tenho seguido um dieta especial. Já não fico nervosa como antes.

    A novidade que tenho para contar-lhe no entanto é que conheci um jovem completo, de caráter muito firme. Ele diz que sou a melhor menina do mundo. Embora me sinta bem pequena quando converso com ele, já trocamos algumas impressões. E quando estou em sua presença confesso que fico exaltada.

    Tia, por favor, peça à prima Regina que venha se juntar a mim logo e traga boa leitura pois quero ter algo interessante para ler. Eu tenho muito carinho por Regina, moça tão sentimental mas que não flerta de jeito nenhum. Eu já sou mais eclética e flerto um pouco. Mas Regina e eu compartilhamos do prazeres delicados e nunca nos entediamos quando estamos sós.

    Sinto-me um pouco fatigada e assim, vou voltar ao que estava fazendo.

    Beijos de sua sobrinha,

    Gabrielle

    Tradução do texto aqui. (Não resisti. Eu sei que é infantilidade minha. Mas dane-se. E o meu exemplar chegou e é ótimo.)

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  • Monty

    Liliana | Admirável Mundo Velho, Blogworld, Filmes, TV e Séries | Saturday, June 14th, 2008

    Dando uma de MarinaW no Blowg

    Montgomery Clift.

    Um gato.

    Problemático.

    Morreu com 45 anos.

    Puta ator.

    Todo mundo só fala do James Dean.

    Eu gosto mais do Monty.

    (Por que que a gente gosta dos complicados?)

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  • A Feira Literária De SFX E Meu Fim De Semana

    Liliana | Blogworld, Minha vida num sítio, São Francisco Xavier | Monday, June 2nd, 2008

    Esperei a semana toda pelo fim de semana porque a cidade ia receber uma festa nova: uma Feira Literária que pretende no futuro vir a ser uma Parati da Serra. Ia ser a primeira vez da feira e as enormes tendas brancas já estavam montadas na praça principal desde a semana passada. Diziam que a cidade ia lotar. Eu até pensei em descer para o centro a pé com medo de não ter lugar para parar o carro.

    Chegou o sábado e o dia estava horrível. Um frio tremendo e aquela garoa chata. Tudo encoberto. E a vontade de descer? Nenhuma. Fiquei o dia todo em casa, com a lareira acesa, no computador, lendo gibis da Marvel, vendo televisão, batendo papo no telefone e no MSN, passando cremes e essas coisas que mulher faz. Bem de noitinha, ouvi a música que vinha da praça. Teve show. Mesmo assim, não fui. Minha amiga falava ao telefone: “eu que não saio de casa com esse frio. Estou aqui nas minhas cobertas.” E eu respondia: “amanhã eu vou sem falta…” e me afundava mais no edredon.

    Domingo chegou e eu decidida a ir na Feira. O dia estava horrível do mesmo jeito. O termômetro marcava 11 graus mas a sensação térmica era menor por causa da chuva.

    Eu sabia que haveria uma palestra do Mario Prata lá pelas 4 da tarde então resolvi ir por esta hora.

    Eu conheci o Mario Prata no Spa que ele frequenta e onde ele escreveu o famoso Diário de Um Magro. A gente chegou a bater uns papos lá e achei legal ele vir parar aqui em São Francisco. Por um tempo ele foi leitor deste blog também e eu fiquei muito lisonjeada.

    Bem agasalhada fui para a cidade e entrei na tenda da livraria. Pois o Mario estava lá com o Fernando Moraes dando autógrafos. Comprei um livro dele, Purgatório e fui falar com ele.

    Cheguei me apresentando dizendo que era a Liliana do Spa e para minha surpresa ele abriu um sorriso e falou: Lili!!! Você se lembra de mim? Perguntei. “Você é a dos cachorros!”

    Ele lembrava mesmo. Que bacana. Conversamos um pouquinho e o convidei para vir me visitar em casa, meu spa particular, numa próxima vez em São Francisco. Quando ele falou: “por que você não apareceu ontem?” eu me arrependi de ter ficado em casa no sábado.

    No fim, meu passeio pela Feira foi muito bom. Encontrei vários amigos, fui no Sereno comer um Cheese-burguer com o pessoal, tirei uma foto da Bruna Lombardi exclusiva só para vocês e principalmente fui lembrada por um escritor que eu gosto muito.

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  • Comentários Encadeados, Uma Novidade

    Liliana | Blogworld, Tecnologia para viver | Friday, May 30th, 2008

    Eu vi lá no no Contraditorium, aquele blog que não dá pra deixar de acompanhar de jeito nenhum, um tal de plugin para o Wordpress que faz os comentários ficarem encadeados dando uma cara de fórum ao blog.

    Instalei aqui.

    Agora, gente, podem se divertir. O blog ficou superinterativo.

    Adorei.

    Ah, o nome do plugin é wp-thread-comment.

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    Malushka foi o nome que o marido da Nospheratt deu inspirado naquelas bonecas russas que ficam umas dentro das outras, da maior para a menor. No caso da Malushka, ele falou que era para eu viajar com uma mala dentro da outra para poder voltar com duas malas cheias de bugingangas e comprinhas de viagem.

    Ontem fui ao shopping comprar minha mala nova.

    Eu não sou consumista. Comprar um item para mim é meio que um casamento, deve supostamente durar bastante até a morte de um dos dois. Minha antiga mala durou mais de 20 anos e eu tenho quase certeza que ela foi assassinada pelos caras da companhia aérea porque ela era pesada pra caramba e acho que eles  a aleijaram de propósito quebrando sua rodinha indestrutível.

    Assim, fui até a loja onde já estava de namoros com outra mala fazia tempos. Eu estava bem a fim dela, bonitinha. charmosinha, minha cara. Mas, ela era bem menor que meu antigo baú gigantesco cinza de plástico duro. 

    - Qual sua maior mala? Perguntei.

    As mocinhas da loja me mostraram a tal que eu gostava e uma outra, meio molenga, toda preta, comprida, diferente.

    - Esta aqui é um novo conceito em malas de viagem. E me mostraram a tal mala comprida.

    -Só pesa 5 quilos e tem mais de 100 litros.

    Que dúvida cruel! De um lado eu convivi com uma mala dura que eu comprei porque o vendedor ficou de pé em cima dela me deixando de boca aberta. Por outro lado, a mocinha me mostrava o que havia de mais moderno em malas: uma coisa mole e desconjuntada, porém, bonita do seu jeito.

    A tal mala mole tinha muitas novidades, dentre elas um enorme bolso externo com cadeado para sapatos, não ocupando o espaço das roupas. Também tinha divisões internas com redinhas e bolsos para tudo ficar organizado. Muito moderno.

    A mala convencional que eu estava namorando ficou pequena perto da molenga. E foi assim que eu me decidi a entrar no mundo da mala-conceito, na modernidade do mundo malístico. Comprei a preta.

    Não satisfeita no meu afã de malas na loja, ainda precisava de uma para bagagem de mão, porque foi bem chato ficar carregando as coisas pelo aeroporto.

    E daí eu vi a tal malinha minúscula encorpadinha cor de creme igual a minha pastinha que leva o notebook. Com rodinhas e tudo. Muito fofa. Ideal para passar o final de semana passeando e que cabe direitinho no bagageiro do avião. Não resisti e comprei.

    E lá saí eu da loja com a malinha dentro da malona, toda feliz.

    Eu já disse que eu adoro malas, né?

    (Agora podem me convidar para passear que eu já tenho malas de todos os tamanhos para todo tipo de viagem. ;) )

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz., Blogworld, deusario | Tuesday, May 20th, 2008

    Estou aqui em Montevideo, na casa da Nospehratt, descansando a mente e cansando a língua de tanto falar.

    Como é bom botar a conversa em dia com uma amiga querida.

    Hoje fomos ao shopping e comprei umas roupinhas lindas. O preço aqui está bárbaro comparando ao Brasil.

    Estou adorando a viagem.

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    Esse “a.” é demais!

    Li e fui correndo comprar o livro.

    Manual de Civilidade Destinado às Meninas para Uso nas Escolas

    Ui, que nervoso!

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  • Bananalizar

    Banana By Accordion Chick

    Li o post da minha querida amiga Nospheratt sobre A Banalização das Coisas e imediatamente me veio à cabeça a expressão “Bananalização das Coisas”.

    Claro que todos nós queremos ser relevantes, escrever coisas que merecem ficar gravadas para a posteridade e que vão mudar a vida de quem nos lê.

    Ninguém quer passar em branco.

    Principalmente nesse mercado emergente de blogs e nova mídia que cada um luta como pode para se destacar e tirar o seu quinhão.

    Tudo que fazemos é escrutinado, analisado, julgado e temos o resultado imediato em comentários, cliques, visitas, links, convites, enfim, relevância.

    Mas é possível apenas produzir conteúdo relevante?

    Sim e não.

    Depende a quem se quer agradar.

    Se eu considerar que tudo que eu coloco no meu blog eu acho digno de ser exposto e trabalhado e compartilhado, meu conteúdo é sim relevante para mim. E com sorte, alguns leitores acharão que ele vai ser relevante também.

    Porém, se eu apenas colocar conteúdo visando atingir determinado objetivo externo a mim, muitas vezes eu restrinjo as informações que eu posso passar. E, para mim, o meu blog passa a ter um peso e uma cobrança muito diferente de sua intenção inicial.

    Talvez por ter esta postura de “dar uma banana” para o que é “esperado” e fazer exclusivamente o que me dá prazer é que eu não atinja a relevância de blogueiros profissionais. Mas eu não escrevo para um nicho específico. Eu escrevo para compartilhar o prazer que é ter um blog. Eu escrevo para promover o meu bem-estar e o dos outros. O resto é secundário.

    Acho que estou divagando muito.

    O que eu queria mesmo dizer é: façam o que têm vontade! Façam o lhes dá prazer! Blogar tem tudo a ver com uma atividade prazerosa e agradável. Sem cobranças. Sem regras. Blogar é a anarquização de informações. (Anarquia no bom sentido.)

    Por favor, não se levem muito à sério. Divirtam-se.

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  • Promoção de Aniversário da Coisa Redonda Laranja

    Liliana | Blogworld | Sunday, May 11th, 2008

    Coisa Laranja Redonda,

    Essa promoção já está no papo.

    A não ser que você não tenha espírito esportivo.

    Vou explicar porquê: meu cérebro privilegiado possui características únicas que por um lado me colocam nos píncaros da humanidade mas por outro, me metem em roubadas e me fazem pagar micos monumentais.

    É sabido do grande público que não sou humana no sentido strictu da palavra, sou vulcana assimilada por borgs e isso me deu um pensamento completamente lógico e binário e porque não dizer, literal.

    Para ilustrar talvez a roubada mais distante, mais cara e mais trabalhosa e inesquecível que me meti por causa de tal forma de pensar, vou narrar o simples fato que uma vez vi um anúncio de um trekking no Nepal EM VOLTA DE UMA MONTANHA, e é claro que entendi que era em volta da montanha e que não haveria subida da mesma envolvida no percurso.

    Pois eu fui até o Nepal, achando que não teria que subir montanha nenhuma, tendo apenas que andar EM VOLTA DA MESMA.

    Qual não foi minha surpresa quando no primeiro dia eu tive que SUBIR mais de MIL METROS  numa escadaria conhecida como Escada de Ulleri. E continuei SUBINDO por todos os dias do passeio com exceção do último dia que foi de descida apenas.

    Não preciso dizer da minha decepção e do meu desprazer em SUBIR.

    Descer não foi tão ruim, confesso.

    E tudo isso foi durante uma tempestade de neve quando nem pude aproveitar a bela paisagem do local. Apenas no último dia, da descida, pudemos ver o famoso Mountain Smiling.

    Embora a viagem tenha sido uma experiência fabulosa e ter adorado fazê-la, enquanto eu estava lá, SUBINDO, sem fôlego, com frio fazendo algo para o qual eu não estava preparada psicologicamente, ela foi a maior roubada que eu me lembro ter me metido.

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