Post Pago

Liliana | Dinheiro: é bom e eu gosto. | Thursday, June 5th, 2008

Acabei de receber uma oferta do Review Me para fazer um post pago com a condição que o post não poderia dar a entender que era um post pago ou patrocinado de jeito nenhum. Isso em letras garrafais.

Eu pessoalmente não trabalho assim.

Primeiro, que eu não aceito imposições de ninguém desse tipo. Não adianta vir querendo me dizer o que eu tenho que escrever. Que é para elogiar, que eu gostei do produto, que eu jogo tal jogo, que eu uso tal serviço. Isso não tem preço. A pessoa me contrata para eu fazer meu serviço e ela deve confiar em mim para eu fazer o que eu sei fazer. Eles me passam o trabalho, discutimos o conteúdo e o resto é comigo.

Segundo, pagar para ter seu produto ou serviço no meu espaço, que eu ofereço para meus leitores acessarem de graça e contando apenas com a boa vontade deles, que não têm obrigação nenhuma de ler propaganda dos outros, dá direito a ser exatamente um espaço de propaganda que meu leitor vai poder escolher se quer ler ou não. É um intervalo comercial como na TV. Assim, eu faço questão de deixar claro de alguma forma em que condições o post foi escrito. E o leitor escolhe se vai lê-lo, se vai pular, e como vai entendê-lo.

Eu não sou contra posts pagos. Sou a favor desse tipo de profissionalização e abro meus blogs para essa forma de propaganda. O que ofereço para os que me contratam e para meu leitores é uma postura profissional de respeitos para todas as partes envolvidas. E eu tento que todos, quem me contrata, leitores e eu, no processo fiquem satisfeitos com o resultado final. Se não for para fazer um trabalho que eu ache de boa qualidade e que não satisfaça as minhas exigências, prefiro não aceitá-lo. 

Para entrar em contato comigo a respeito de posts patrocinados, escreva para mim.

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    Confesso que resolvi escrever este texto com uma certa revolta. Mas depois, pensando bem, resolvi ser didática e entrar no clima do blog.

    Ontem eu fui até a Receita Federal atualizar meu CPF e entrei em contato direto com o povo querido do nosso Brasil. Numa fila de serviço público tem todo tipo de gente e eu, falante que sou, e como tenho cara de pinico, logo algumas mulheres estavam conversando comigo.

    Lá pelas tantas, a mulher do meu lado direito falou assim: vai você na mesa da frente perguntar, porque rico eles não vão tratar mal e eu sou pobre ela nem vai me responder.

    Na hora eu fiquei tão revoltada. Bateu tão mal o que ela falou. Porém eu fiquei quieta e fingi que nem ouvi e logo depois ela mesma foi até a mesa da frente e foi atendida e teve o problema resolvido.

    Por que ela falou aquilo? A diferença entre nós era patente: eu estava bem vestida e ela estava esculachada. Eu tinha boa postura e ela era toda encurvada. Meu rabo de cavalo estava impecável o dela, todo caindo. Meus papéis estavam numa pastinha, os papéis dela estavam num saco plástico. Eu falava baixo, ela falava alto. Eu não reclamava, ela só reclamava.

    Por todas essas razões ela concluiu que eu era rica.

    Então, vou ensinar vocês a parecer rico.

    Em primeiro lugar você tem que se sentir nem melhor nem pior que as outras pessoas. Você é você e pronto. Isso basta. Você merece ser bem tratado, ter o respeito dos outros, ter seus limites respeitados por ser você e ser você é mais que suficiente, não importa sua conta no banco, se é que você tem conta no banco (isso nem interessa).

    Quando a gente tem esta tranquilidade de saber o que a gente merece, quais os nossos direitos e obrigações e aonde estamos no mundo, qual o nosso papel, nossa postura muda. Podemos levantar a cabeça, empertigar o tronco pois não temos do que nos envergonhar, pelo contrário, temos a percepção de nossa importância para nós mesmos principalmente e para o meio que nos cerca.

    Então, uma segurança interna, um comportamento condizente com esta segurança e uma postura de corpo são importantes para parecer rico.

    Continuando a lição. Você pode parecer rico em qualquer roupa praticamente. Depende muita da postura e do comportamento, como já expliquei. Mas, antes de pensar na roupa, tem o asseio. Não adianta estar com uma roupa linda se não arrumou o cabelo, se as unhas estão sujas e quebradas ou se você não tomou banho. Não precisa ter dinheiro para se manter limpo, com as unhas em dia e com o cabelo arrumado. A mulher em questão nem prendeu direito o rabo de cavalo! Rico não sai de casa se não estiver arrumado. Se você não está a fim de caprichar, não se exponha. Mas se você tem que sair, faça o mínimo que precisar, mas faça bem feito. Nossa casa é o lugar de ficarmos a vontade, descabeladas e desarrumadas, e ninguém tem nada a ver com isso, mas na rua…

    E as roupas?

    Ah! Pois eu aposto que eu paguei bem menos pelos meus sapatinhos mary-jane de salto alto preto que eu usei ontem do que ela pagou pelo par de tênis que ela usava! Como o brasileiro se veste mal! E as pessoas sabem que no fundo estão mal vestidas. E eu fico chateada porque é tudo opção delas. Elas se vestem mal porque querem. Acho que é aquela falta de cuidado para com elas mesmas básico. De nem pensarem sobre isso. De nem pensarem que poderiam ser elas que poderiam estar com a roupa bonita que o “rico” está usando. Acredito que eles nem se vêem usando roupas diferentes.

    Para se vestir bem é preciso pensar em roupas. Gastar uns neurônios com o assunto. Perder um tempinho com isso. Gastar um dinheiro e investir em algumas peças sabendo escolher bem coisas que durem bastante e que não saiam de moda. Hoje em dia há opções de roupas de todos os preços, o negócio é garimpar. Garimpar é o verbo de quem gosta de roupas.

    Quando eu era criança eu aprendi um conceito muito legal de uma mulher muito chique que vou repassar para vocês: ela era casada com um diretor de banco internacional e tinha que ir em muitas festas e jantares e recepções e não podia repetir roupas. Mas ela não tinha dinheiro para tudo isso. Daí ela me contou que comprava suas roupas em lojas indianas baratinhas e fazia uma mágica com acessórios. Ela era francesa, de Paris e me falou seu segredo: o importante é ser exótica e ter imaginação. (E magra!)

    Falando em ser exótica, na verdade cada um deve usar o que faz se sentir bem.

    Eu posso falar só por mim: eu uso roupas que valorizam meu corpo, que elevam meu humor, que me fazem me sentir bonita, que me deixam feliz. Eu uso roupas para mim. O conjunto de minhas roupas e minha atitude impactam as pessoas de determinada forma, acredito que favorável. Mas o mais importante, é que eu fico satisfeita.

    E uma última dica: tenha um espelho grande em casa. Veja-se de corpo inteiro. E vá experimentando novos looks até você se olhar e sorrir para você mesma.

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    Malushka foi o nome que o marido da Nospheratt deu inspirado naquelas bonecas russas que ficam umas dentro das outras, da maior para a menor. No caso da Malushka, ele falou que era para eu viajar com uma mala dentro da outra para poder voltar com duas malas cheias de bugingangas e comprinhas de viagem.

    Ontem fui ao shopping comprar minha mala nova.

    Eu não sou consumista. Comprar um item para mim é meio que um casamento, deve supostamente durar bastante até a morte de um dos dois. Minha antiga mala durou mais de 20 anos e eu tenho quase certeza que ela foi assassinada pelos caras da companhia aérea porque ela era pesada pra caramba e acho que eles  a aleijaram de propósito quebrando sua rodinha indestrutível.

    Assim, fui até a loja onde já estava de namoros com outra mala fazia tempos. Eu estava bem a fim dela, bonitinha. charmosinha, minha cara. Mas, ela era bem menor que meu antigo baú gigantesco cinza de plástico duro. 

    - Qual sua maior mala? Perguntei.

    As mocinhas da loja me mostraram a tal que eu gostava e uma outra, meio molenga, toda preta, comprida, diferente.

    - Esta aqui é um novo conceito em malas de viagem. E me mostraram a tal mala comprida.

    -Só pesa 5 quilos e tem mais de 100 litros.

    Que dúvida cruel! De um lado eu convivi com uma mala dura que eu comprei porque o vendedor ficou de pé em cima dela me deixando de boca aberta. Por outro lado, a mocinha me mostrava o que havia de mais moderno em malas: uma coisa mole e desconjuntada, porém, bonita do seu jeito.

    A tal mala mole tinha muitas novidades, dentre elas um enorme bolso externo com cadeado para sapatos, não ocupando o espaço das roupas. Também tinha divisões internas com redinhas e bolsos para tudo ficar organizado. Muito moderno.

    A mala convencional que eu estava namorando ficou pequena perto da molenga. E foi assim que eu me decidi a entrar no mundo da mala-conceito, na modernidade do mundo malístico. Comprei a preta.

    Não satisfeita no meu afã de malas na loja, ainda precisava de uma para bagagem de mão, porque foi bem chato ficar carregando as coisas pelo aeroporto.

    E daí eu vi a tal malinha minúscula encorpadinha cor de creme igual a minha pastinha que leva o notebook. Com rodinhas e tudo. Muito fofa. Ideal para passar o final de semana passeando e que cabe direitinho no bagageiro do avião. Não resisti e comprei.

    E lá saí eu da loja com a malinha dentro da malona, toda feliz.

    Eu já disse que eu adoro malas, né?

    (Agora podem me convidar para passear que eu já tenho malas de todos os tamanhos para todo tipo de viagem. ;) )

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  • Ai Que Susto!

    Liliana | Admirável Mundo Velho, Dinheiro: é bom e eu gosto. | Wednesday, April 23rd, 2008

    Hoje finalmente o dia amanhece lindo e ensolarado em São Francisco Xavier.

    Eu me sinto revigorada e em condições de pegar o carro de aluguel, sim porque meu jipe querido ainda está na revisão após mais de um mês, e ir até o centro da cidade fazer supermercado, pegar as correspondências, ligar a bomba de água, levar o lixo na lixeira municipal,  comprar frutas e verduras, essas coisas que parecem tão complicadas quando a gente só quer ficar quieta no sofá.

    Pois bem, consegui fazer tudo que precisava e voltei ao meu nicho borg para ver a tal correspondência que tinha lotado minha Caixa Postal. 

    Dentre as cartas, a conta do seguro de saúde.

    Abro.

    Vencimento: 11 de abril de 2008. 

    Como assim?

    Eu usei o serviço de um dos hospitais mais caros do Brasil, fiz exames e tudo mais sem estar coberta pelo meu seguro médico?

    Peraí! Meu sangue gelou.

    Abri correndo meu navegador e tentei pagar o boleto.

    Não permitia. Banco diferente. Data vencida.

    Resolvi ligar para a tal companhia de seguro e pedir novo boleto via email.

    Liga daqui, espera de lá. Tecla mil números. Patati, patatá.

    - Mas a mensalidade de abril está paga.

    - Como assim?

    - Aqui não tem nenhum débito. E a mensalidade de maio ainda não foi emitida. 

    - E como eu recebo outro boleto para pagar?

    - Não sei, deve ter sido um engano.

    - Minha filha, eu bati a cabeça, estive doente todos esses dias, não sei que contas paguei ou não. Você tem idéia do susto que eu tomei agora? Como que vocês fazem um negócio desses?

     - Posso ajudar a senhora em mais alguma coisa?

    - Eu quero colocar essa conta em débito automático para nunca mais acontecer este tipo de coisa, entendeu?

    - A (nome da companhia de seguro) não trabalha com este tipo de cobrança, mas sua sugestão será anotada e passada para o departamento responsável. Posso ajudar em mais alguma coisa?

     - Não obrigada. (Desligo o telefone.)

    (Conto até dez, xingo em voz alta um pouco e meu coração vai voltando ao normal…) 

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  • Uma Banana Para A Telefonica

    Liliana | Celulares, Dinheiro: é bom e eu gosto., Tecnologia para viver | Saturday, April 5th, 2008

    Acabei de arrumar um consultório para mim em São José Dos Campos e a primeira coisa que a gente tem que fazer é conseguir uma linha telefônica, certo?

    Pois bem, entrei em contato com a Telefonica e solicitei o plano mais barato que eles tinham pois eu só usaria o telefone para receber ligações. E também pedi um plano baratinho de banda larga junto, o qual iria usar durante os intervalos de consultas.

    A mocinha prestativa me informou que, como se tratava de um consultório, eu precisava de uma linha comercial, daquelas que as empresas usam. Eu avisei que eu nem era empresa. Era profissional liberal. Mas ela foi categórica: é consultório, prédio comercial, então é linha comercial.

    Então tive a triste notícia que o plano mais barato para linhas comerciais era muito caro, bem diferente dos 9,90 que eu pago na minha Linha Lazer aqui de casa. Mais próximo de uns 70 e tantos reais. Isso porque eu não usaria a linha para fazer ligações.

    E o negócio ainda piorava.

    E a banda larga? Perguntei. O plano mais barato para empresas também era muito mais caro que o oferecido para residências.

    No total eu iria pagar por mês mais de 150 reais para poder receber telefonemas e usar a internet eventualmente.

    Falei para a mocinha que iria pensar.

    Ao mesmo tempo que estava ao telefone, meu namorado acessou o site do Skype e viu que havia disponível linhas de São José Dos Campos no SkypeIn por 125 reais por ano.

    Eu entrei no site, escolhi o número que eu gostei mais, comprei com cartão de crédito, direcionei a linha para meu celular e imediatamente já estava com o número novo funcionando. Pronto. Em poucos minutos já tinha o telefone do meu consultório. 

    Faltava apenas a banda larga.

    Eu adoro celulares. Tenho duas linhas que me acompanham o tempo todo: uma com DDD da cidade onde moro e outro de São Paulo para as pessoas que moram lá poderem me ligar sem pagar interurbano, facilitando os negócios. Esta linha de DDD 11 também é habilitada para ser modem via VIVO ZAP. Assim eu posso usá-la (e ela dá sinal de ocupado) e a outra fica sempre livre para ligações (mania de médico ficar sempre disponível). Com apenas um telefonema eu mudei o plano do VIVO ZAP Avulso para o VIVO ZAP 1Giga que custa 69,90 por mês e resolvi o problema da banda larga (porque a cobertura é 3G na região do meu consultório). 

    Foi desse jeito que em vez de pagar mais de 153 reais/mês para a Telefonica, eu consegui ter o mesmo serviço por um pouco mais de 79 reais ao mês de uma forma bem criativa. Com a vantagem que eu posso atender os telefonemas para meu consultório de qualquer lugar que eu estiver sem precisar de secretária eletrônica ou de carne e osso.

    Enquanto estou conectada na internet e o Skype está online, as chamadas para o telefone do consultório vêm para o computador e eu não pago nada. Eu só uso meus créditos Skype quando não estou conectada e as chamadas são redirecionadas ao meu celular, porém as tarifas são bem razoáveis. 

    Legal, né? 

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  • Vamos Falar Como Gente Grande

    Liliana | Dinheiro: é bom e eu gosto. | Thursday, March 27th, 2008

    Caros Amigos Leitores Desse Blog,

    Todo mundo gosta de dinheiro. É um fato. Posto isso. Vamos deixar de frescura e ir aos finalmentes sem hipocrisia.

    Meu amigo Edney, aka Interney, lançou um Programa de Afiliados muito bacaninha e que rende bem mais que os outros programas de afliliados que tem por aí.

    Programa de afliliado para quem não sabe é aquele negócio que você se associa e divulga lojas, produtos, serviços no seu site ou blog ( a tal monetização) e ganha uma porcentagem em cima das vendas ou das visitas que você encaminha para a tal loja. Pois é.

    É assim que blogueiros ganham dinheiro para quem não sabia.

    Até hoje, com os programas que tinham por aí, só uns mega-probloggers ganhavam alguma grana porque as comissões eram ridículas e a gente, com poucas visitas (em relação a vocês sabem quem), nem viam a cor do dinheiro.

    Pois o Edney está dando comissões de 15% em cima das vendas. E se alguém se inscrever através de meu blog, eu recebo comissão também e se alguém se inscreve através do seu, você recebe e assim sucessivamente. No fim, todo mundo ganha.

    Esta é uma oportunidade única para gente que nunca pensou em monetizar seus blogs ou sites começarem. Ou para quem já tentou e teve resultados pífios com outros programas de afiliados, como eu.

    Dinheiro é bom e eu gosto!

    Afiliem-se através do meu link! E todos ganharemos! Esta é uma iniciativa revolucionária e está sendo oferecida agora aqui para vocês.

    FAÇA SEU CADASTRO AQUI! 

    Para conhecer a Loja Virtual Clique Aqui

    Por exemplo, eu preciso de um porteiro eletrônico e já achei onde vou comprar.

    Se você nunca pensou em ganhar dinheiro com seu blog/site. Comece a pensar

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    Tou maluca.

    Eu olho para meu navegador e vejo na Barra de Favoritos 6 atalhos para 6 blogs diferentes. E o que acontece?

    Eu travo.

    Acabo não conseguindo escrever para nenhum deles.

    Eu fico pensando: tal assunto é para tal blog. Tal assunto é muito pessoal. Tal assunto envolve terceiros e não posso contar. No fim, não escrevo nada em lugar nenhum.

    E a tal profissionalização então?

    Pior!

    Desde que eu resolvi levar blog a sério como fonte de renda só me travei mais. (Sou muito séria com negócios.)

    Conclusão: pára tudo!

    Vamos reavaliar um por um. Logo de cara elimino dois que não estão cheirando nem fedendo. Sobram 4.

    Melhorou.

    Como eu tenho outra carreira além de ser blogueira e blog definitivamente não é minha primeira fonte de renda, determinei um tempo proporcional para trabalhar com eles. E nessa hora determinada minha atenção é totalmente voltada para isso. Por exemplo, hoje é dia de Blog!

    Para quem não sabe, eu sou médica psicoterapeuta, atendo em consultório e vivo fazendo cursos de especialização. 

    Além de escrever aqui no Chá de Hortelã, eu tenho uma coluna semanal no Deusario, que é a Opinando, escrevo e faço reportagens na Revista de São Francisco Xavier e, como se não me bastasse, lancei um novo projeto: o Poderosa Afrodite.

    Poderosa Afrodite é para ser mais que um blog. É um espaço para as pessoas participarem mandando histórias, artigos, depoimentos, discutindo, perguntando, respondendo, dando palpites, tudo sobre sexo, amor, relacionamentos, coisas de homens e mulheres. Minha função no Poderosa Afrodite é ser uma mediadora, organizar os textos que vão chegando, ir atrás das respostas para as dúvidas que surgirem. É um lugar onde o anonimato é respeitado como num consultório médico ou num confessionário. Aproveito para convidá-los para conhecerem o blog e participarem.

    Enfim, este é o balanço de minha vida bloguística até o momento. Numa época de recomeços de vida, eu precisava fazer este inventário e organização. Agora está tudo em pratos limpos.

    Como me desejaram ontem: feliz ano novo para mim! 

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  • Sexo Na Cabeça

    Liliana | Admirável Mundo Velho, Blogworld, Dinheiro: é bom e eu gosto., Filosofando | Thursday, February 7th, 2008

    Neste exato momento estou sentada a minha mesa de jantar ao lado de meu namorado assistindo os astronautas da Atlantis embarcarem. Estamos fazendo piadinhas com o apertamento do shuttle, com a cor da roupa dos astronautas serem da mesma cor que a dos presos (laranja), das posições ridículas que eles têm que ficar para serem presos, amarrados e grudados com cola SuperBonder nas cadeiras e na dificuldade que teriam de fugir pela escotilha de emergência se precisassem. 

    Até o presente momento e inclusive agora, eu não tinha conseguido escrever absolutamente nada aqui no blog.

    Enrolei, enrolei. E bebe um pouco de Coca Zero, e fuma mais um cigarro. Mas só o que vinha na minha cabeça era sexo.

    Sexo de um modo geral.

    Perguntei para meu namorado: o que você acha do sexo na internet? E ele: sexo é a base da internet.

    - Mas o AdSense não gosta de sexo. (Já lembrando do blog do Caloã.) Mas é o que o povo quer.

    - Não. O AdSense não gosta de sexo.

     E eu, que só pensava em sexo, queria escrever algo sobre sexo hoje. Mas não sabia  o quê.

    Eu não pensava em nada em especial. Pensava que as pessoas pensam em sexo o tempo todo, como uma subrotina em um computador. O programa está lá rodando. Às vezes a gente tem consciência dele, às vezes, não. Mas que ele fica lá na cabeça o tempo todo, fica. E eu estava pensando nisso.

    E pensava nas pessoas que não se sentem a vontade em pensar em sexo.

    Imaginem que desagradável para elas pensarem em sexo e não se sentirem confortáveis com isso? Deve ter muita gente assim por aí. Não poder assumir seus próprios desejos e impulsos. Suas fomes e vontades. Nem dentro de sua própria cabeça.

    Mas como eu ia dizendo, eu agora estou escrevendo este texto para vocês, ouvindo sobre o lançamento da Atlantis e pensando em sexo. Tudo ao mesmo tempo.

    Meu namorado falou que viu numa pesquisa que os homens pensam em sexo a cada 3 minutos.

    Acho que pode ser, com algumas variações. Eu acho que nós mulheres também. Não sei se a cada 3 minutos. Mas a gente pensa também. Ledo engano dos homens acharem que as mulheres não pensam em sexo. 

    Acredito que o mundo seria tão menos hipócrita se nossa sexualidade fosse lidada como algo natural, que de fato é.

    Daí, o AdSense gostaria de sexo. 

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  • Como Garantir Seu Direito Autoral

    Nos idos de 2003, eu desenvolvi um site com umas idéias e textos inéditos e me interessei em garantir meus direitos autorais.

    Pesquisei a fundo com empresas de marcas e patentes e cheguei até à Fundação Biblioteca Nacional, o órgão que registra as obras e garante os direitos autorais dos autores.

    Na época, eu entrei em contato com eles para saber como registrar um site. Fui informada que deveria imprimir o conteúdo do mesmo e mandar para lá juntamente com o formulário e as taxas pagas e submeter tudo à comissão de direitos autorais.

    Esta comissão julga as obras e confere os direitos ou não. No meu caso, eu tive um site registrado e o outro não foi aceito. Outra coisa que foi registrada foi meu logotipo:

    header2.png

    Assim, a imagem acima tem seus direitos reservados e registrados na Biblioteca Nacional

    Eu sei que é difícil registrar post por post e o processo de registro é lento e custa 20 reais por submissão, porém, é a única maneira de se oficializar nossos textos como de nossa autoria frente a um órgão reconhecido.

    Minha sugestão, no caso dos blogs é que registremos nossos conteúdos como volumes de uma obra periódica. Imprimamos nossos textos de tempos em tempos e submetamos o conteúdo à Fundação Biblioteca Nacional, onde este ficará para a posteridade e garantirá a nossa autoria.

    Não é o ideal. Mas é o que temos disponível no momento. 

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    Eu adoro celulares. Sou fascinada por eles.

    E pirei quando o Cardoso me levou passear no finado StandCenter na Paulista (olha que romântico) e eu vi de pertinho o iPhone e o N95. A sorte é que ele me tirou correndo de lá e eu não tive tempo suficiente de fazer um estrago no meu cartão de crédito.

    Mas continuei com aquela masturbação mental: se eu tivesse que troca de celular, qual eu escolheria?

    Eu já uso meu PDA que graças ao Missing Sync sincroniza perfeitamente com o MacBook. Muito melhor que o sincronizador original para Windows, inclusive. E estou satisfeita com o Dell Axim x51v apesar de ter sido descontinuado, tadinho. Um bichinho tão bom. Quebrando todos os meus galhos de trabalho. Eu uso o Opera nele, claro. Seria perfeito se tivesse o Safari. Mas daí seria um Ipod Touch, e não um Axim.

    Bem, voltando ao celular, meu Nokia 6265 estava bem. Nem pensava em trocar porque estava fazendo ligações e o calendário estava OK, mesmo sem sincronizar nada com o LiMacLil.

    Mas de repente, sem mais nem menos, as teclas começaram a não responder direito. Os comandos começaram a ficar lentos que só. Achar um contato na agenda é um horror e leva uma eternidade. E como este celular é meu telefone principal, ficou impossível de usar.

    Pensei: agora vai ser a hora de adquirir o iPhone? Mas porca miséria! 1900 reais é muito! E o N95 por aí também, ou mais…  

    Decidi que ia ver um na Loja Virtual da Vivo. Porque aqui onde me escondo não tem nenhuma loja real de minha operadora.

    E qual minha surpresa: a tal loja não funciona no meu navegador Safari. Tentei o outro que tenho instalado, o Firefox e… Incrível! Também não funciona! Não pude comprar pela internet na Loja Virtual.

    Ainda decidida a comprar um celular da Vivo, telefonei para o Call Center deles. E não havia a opção “Loja” dentre as escolhas a teclar e tive que ligar duas vezes até alguém me direcionar corretamente até alguém que me pudesse vender um telefone.

    Preenchida a ficha quilométrica com dados de minha afiliação, tipo sanguíneo, nome dos cachorros e tudo o mais, descubro que a venda não pode ser realizada porque o local onde moro não existe.

    Exatamente. São Francisco Xavier não existe. Por isso a venda não foi autorizada e por conseguinte, não realizada.

    Implorei para mudarem o local para São José dos Campos, que é o município onde o Distrito de São Francisco Xavier está localizado, mas a atendente falou que pelo meu CEP, o sistema indica que o “município”que aparece é São Francisco Xavier. E como São Francisco Xavier não existe (claro que não, pois não é município, é Distrito) a venda não pode ser autorizada e não tem jeito. E encerrou a conversa.

    Eu havia escolhido comprar o Nokia E65.

    Agora, terei que ir a outra cidade e ver qual celular eles dispõe para venda no estoque da loja na hora. Pode ser qualquer porcaria. Porque eu tentei telefonar para a tal loja do Shopping Colinas de São José dos Campos. (Eu sou chata.) Liguei para o escritório do condomínio do shopping para arrumar o telefone da Loja da Vivo de lá para saber quais modelos de celular eles tinham antes de viajar para lá. Consegui o telefone da loja e liguei várias vezes. Supreendentemente nunca atenderam o telefone. Só chamava e chamava.

    Estou quase indo no Mercado Livre fazer uma loucura. 

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  • Petaleiras!!!!

    A profissão de Petaleiras foi imortalizada no filme Um Príncipe Em Nova York com Eddie Murphy. E eram as mocinhas que jogavam pétalas no caminho do rei para que ele pisasse nelas ao andar.

    Desde que vi as petaleiras eu nutri esse sonho diabólico de ter minhas próprias petaleiras.

    Finalmente, meu sonho se realizou.

    Fui num lugar onde essa inútil profissão realmente existe!

    Cada vez que você ia ao banheiro, depois uma petaleira entrava e colocava flores no vaso. 

    Hilário e nonsense.

    Quando minha amiga chamou minha atenção para o que tinha na privada é claro que eu logo imaginei que o que ela chamou de flores na minha cabeça conhecedora dos seres humanos não podiam ser flores. 

     

    (Por falar em nonsense, vocês já conhecem meu Lado Negro?) 

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  • Eu Comprei Um Pedaço Da Blogueira Famosa

    Gente, está o maior bafáfá em torno da blogueira famosa que vendeu pedaços de seu corpo para patrocinar sua ida ao CampusParty em São Paulo.

    Eu, que não quero ficar de fora, além de ir conferir ao vivo essa festança que a Lucia Joaninha está organizando (e muito bem organizada, diga-se de passagem), também quis comprovar se era verdade ou não se a tal blogueira estava se vendendo e dei um lance no tal leilão de corpos.

    Fiquei com um pedaço suculento!

    Olha só:

     

    O problema é que eu ainda não sei quem é a Diva que vai desfilar com o logo do Chá de Hortelã pelos 7 dias do CampusParty de 2008.

    Já sei que tenho alguns companheiros de merchandising: @Graveheart e o @JonnyKen.

    Mas quem será essa mulher empreendedora?

    Queria eu ter tido essa idéia!

    O que dá para ver pela foto é que ela é meio ruiva e tem cabelos compridos. (Espero que ela use um rabo de cavalo para meu logo aparecer melhor ;)

    Sugiro que vocês apareçam lá no CampusParty para descobrirem quem é essa mulher misteriosa.

    Eu vou. Minha curiosidade não tem limites! 

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    Gente, eu sei que o negócio não é moleza.

    Eu tenho literalmente 3 bezerros que consomem vários litros de leitinho por semana: a Graça, o Tai e o Giginho.

    E vocês sabem … mulher sozinha… (ihhh, começou a choradeira!)

    Mas não é nada disso.

    Eu vi no Blog do Cobra uma Loja Virtual bárbara do Mercado Livre e quero muito implementar aqui e no São Francisco News (minha nova Revista eletrônica de São Francisco Xavier). E o pessoal superesperto que fez o tal script, lá do Blog Nerdown, disse que era só fazer um post elogiando que eles me mandavam tudinho para mim.

    Nem precisavam pedir.

    A loja que eles montaram ficou muito legal. Ela já escolhe os anúncios, tem um visual muito agradável e fácil de navegar garantindo a maximização de ganhos.
    Eu quero!

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    (Andréia ao celular): -Liliana, você sabe um remedinho para dar para o filho da minha vizinha que precisa ir no dentista porque quebrou um dente e fica muito agitado? Ele não pára de se mexer e tem que ficar calminho. Ele tem 2 anos e meio.

    -Eu sabia, mas não não lembro.

    -A dona A. é que falou para a minha vizinha para falar com você para ver se você dava um remedinho.

    -Eu não lembro mesmo.

    -Tá bom. Então acho que ela vai ter que levar o menino mesmo no pediatra, né?

    -Acho que sim, né?

    (Corta a cena. Denis e Liliana continuam na mesa do café da manhã.)

    -Li, você sabe o remédio que tem que dar, não é?

    -Sabia, mas não lembro mesmo.

    -Mas você não teria que examinar o menino antes de dar?

    -Sim. Daí, se ele viesse numa consulta, eu ia pesquisar de novo o remédio e me lembraria qual era. Me sinto aqueles informantes da polícia. Não tou lembrando… Passe a grana… Já está vindo… É fulano… Hehehehe. Foda o povo não valorizar nosso conhecimento nem nosso trabalho. Eles deveriam marcar uma consulta comigo, não simplesmente ligar pelo celular e pedir remédio. Daí é que não vou lembrar nunca mesmo.

    -Você nem falou em marcar uma consulta.

    -Nem me animo em trabalhar para esse povo.

    E assim a Doutora Liliana continua feliz em sua vida de blogueira.

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    Desisto.

    Odeio blog poluído. Foi a contra-gosto que coloquei os tais anúncios do Buscapé no blog. Mas como vocês sabem, eu gosto de dinheiro e queria ver se rendia alguma coisa colocar os anúncios aqui.

    Esperei um tempo razoável para ver o retorno e depois analisar se valia a pena.

    Não valeu. Para mim não vale. Acumulei exatos 6 reais e 89 centavos em 5 meses.

    Nem para dinheiro de pinga isso serve.

    Assim, retiro os anúncios do Buscapé do Chá de Hortelã.

    Viver de escrever em blogs pode ser viável. Mas o que pode funcionar para um não vai funcionar para outros. Minha gurua, Nospheratt tem escrito coisas muito legais. Principalmente sobre os nichos de atuação. O Noronha também é muito lúcido nas dicas.

    Parece que para o meu estilo de blog e para o meu nicho de leitores, este tipo de monetarização não funciona. Quem sabe anúnciantes diretos. Alguém se habilita?

    Enquanto isso, vou escrevendo por puro prazer de conversar com vocês.

    PS- Vou manter o Google AdSense até o meu cheque vier. Esperei tanto que agora é que não vou desistir. Não vou deixar esse dinheiro para o Google assim de mão beijada.

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