Estou me aprontando
Amanhã começa o #cparty em São Paulo. Estou animadíssima porque passarei uma semana inteira cheia de compromissos tanto na Bienal quanto fora e encontrarei muitos amigos. Vai ser corrido mas vai valer!
Amanhã começa o #cparty em São Paulo. Estou animadíssima porque passarei uma semana inteira cheia de compromissos tanto na Bienal quanto fora e encontrarei muitos amigos. Vai ser corrido mas vai valer!
Uma semana de chuvas e tempo ruim direto.
Dezesseis horas (até agora) sem energia elétrica.
A noite foi tão tenebrosa que até o Sapo veio dormir no meu quarto.
Depois eu quero ir morar no Uruguai e e povo estranha.
Ontem choveu e caiu um monte de raios. E claro que tinha que queimar a fonte do meu laptop.
Assim, estou apenas me valendo do PDA.
Raios duplos! Raios triplos!!
Quem sabe eu escrevendo eu aprenda a lição.
Os óculos escuros são ótimos amigos e devem ser usados não só para nos proteger da claridade, mas para nos proteger de nós mesmos.
Como quando nossa cara não está boa, ou quando não estamos nos sentindo no nosso melhor (e isso transparece nos olhos) uma cobertura escura que disfarce o que não está bom e desvie a atenção dos defeitos é bem-vinda.
Sem falar quando não estamos com tempo ou paciência de fazer maquiagem. É só colocar os bons e velhos óculos escuros.
Na verdade a gente tinha que aprender com as antigas divas de Hollywood, que só apareciam em público quando estivessem perfeitas. E dá-lhe óculos escuros! Exagerei? Talvez…
Mas quem não quer ficar bonita ?
O que eu penso do Estadão?
Meu avô, que nasceu em 1905, lia o Estadão.
Mas meu avô já morreu.
Eu, que estou viva, não leio.
Isso é o que eu penso do Estadão.
Finalmente o Pocket SharpMT está funcionando no meu PDA. Mas tive que esperar pela versão nova, a 3.2.1. Agora postar pelo PDa voltou a ser uma opção viável e não uma coisa sofrida e completamente ilógica através da plataforma do WordPress superreduzida no Opera.
Só falta então ter o sobre o que escrever… Porque eu ando meio sem vontade de escrever. Mas isso vocês já perceberam, né?
É que sabe quando você fica animada com um negócio e se empenha e vai atrás, usa de sua perspicácia e experiência e já vê para frente os resultados superlegais que você vai ter e daí, vem aquela broxada, porque as coisas não dependem de você mais?
Detesto ficar na mão dos outros.
O que depende de mim eu vou lá, resolvo, faço, decido. Pronto.
Mas ter que se relacionar a força é foda. Esperar outros fazerem coisas é um saco.
Eu sou uma loba solitária. Sempre fui. Não trabalho em equipe. O tempo que trabalhei, quando estava na equipe cirúrgica, a gente funcionava que nem relógio, todo mundo para o mesmo fim. Daí dá certo.
Mas não quero saber de trabalho em equipe nem me pagando mais. E ter que me relacionar com gente que eu não gosto, puta que pariu, estou muito contrariada.
Porém, vivendo e aprendendo. Eu estou me acostumando com uma situação nova na qual não posso fazer nada e dependo de terceiros.
Lá vou eu para outra fase de férias forçadas.
Meu Nokia 6255 quebrou. A dobradiça do flip rachou.
Fora que ele tem aquele defeito horrível de desligar sozinho.
Vou ter que comprar outro CDMA. Mas não estou apaixonada por nenhum.
É tão chato comprar coisa sem tesão.
Garfield está para lasanha, assim como Graça está para estrogonofe.
Por falar em poder fazer o que quiser com o próprio corpo, vejam que interessante: a legislação brasileira nos permite fazer o que quisermos com o nosso corpo. Podemos nos matar, nos prostituir, nos mutilar, nada disso é crime.
Existem países, inclusive estados americanos, onde a tentativa de suicídio é crime. Você não tem o direito de dispor de sua própria vida. Aqui no Brasil, o que é crime é uma pessoa instigar, induzir e/ou auxiliar o suicício de outra. Mas se eu quiser me matar, eu posso.
Prostituição também não é crime no Brasil. Eu posso me vender o quanto eu quiser. O que é crime é outra pessoa me explorar, explorar a prostituição alheia. Nos Estados Unidos, a prostituição é crime.
A única coisa que não podemos fazer com nosso corpo é interromper a gravidez quando quisermos.
Interessante.
Só os homens podem fazer o que querem com o próprio corpo no Brasil.
Um vendaval levou Dorothy e seus Totós para Oz.
Dez horas sem energia elétrica.
Raios duplos!
Socorro! Ficarei incomuni
Depois de uma longa discussão sobre qual a melhor configuração, ficou a dúvida: laptop ou desktop?
- Laptop, claro! É mais chique.
Andando pelo Shopping notei que mais da metade das lojas eram de grifes paradas no tempo. Poucas lojas estavam em 2007. Havia uma loja, onde meu marido costumou comprar muito nos anos 80, que estava exatamente igual… aos anos 80. Não mudou uma vírgula. Outras duas lojas femininas estavam bem no comecinho dos anos 90, 17 anos defasadas. Outra loja de homem, podia jurar, tinha uns cinquenta anos inalterada.
Por que em pleno século XXI ainda se faz roupas tão antigas? Melhor perguntando: porque ainda tem gente que as usa?
Porque as pessoas costumam parar no tempo na época em que se sentiram mais felizes, no pico de suas vidas. Ficam congeladas numa década, num ano e continuam com a mesmo cabelo, mesmas roupas, mesmo estilo de vida, mesmas idéias.
Então o resto é ladeira abaixo? O melhor já passou? Tudo está perdido então deixa pra lá?
Eu insisto que a vida serve para sermos felizes. É uma busca constante de felicidade e completude. E essa busca não acaba nunca, o que nos mantém constantemente nos atualizando. Por isso para mim não faz sentido parar no tempo.
O Melhor Ano das Nossas Vidas é sempre Este Ano.
Sempre que vou à São Paulo nunca tenho tempo de ver as lojas do Shopping com calma. Então, este fim de semana fiz minha viagem dos sonhos: passei dois dias inteiros escrutinando cada loja em liquidação do Patio Higienópolis, para mim, o shopping mais descolado da cidade.
Eu não compro roupas simplesmente. Eu as coleciono. Eu procuro peças atemporais e de boa qualidade, que sempre estão atuais e que me chamam a atenção. E fiz excelentes compras com 30, 40 e 50% de desconto.
Eu fugi das lojas mais visadas para mulheres da minha idade e fui atrás das com design diferente, com peças modernas e que desfilam na São Paulo Fashion Week. Fui também em grifes de alfaiataria clássica que oferecem peças superbem feitas com tecidos nobres e com preços ótimos. E procurei roupas que ficavam bem em mim, mulher de 44 anos e que não me deixariam com cara de retardada nem com cara de avó. Fiquei muito satisfeita com minhas compras.
Se fizermos um levantamento de peças de roupas em nosso armário e descobrirmos que tipo de roupas precisamos, podemos ir às compras nas duas liquidações anuais, de verão e de inverno, e nos manteremos sempre bem vestidos. Eu vou já sabendo o que eu preciso comprar. E daí eu garimpo as peças. E cada vez eu compro menos.
O mais importante de tudo, no entanto, é que as roupas têm a minha cara, minha identidade. E são todas de coleções atuais, de 2007. Ou seja, Não é que eu pareço todo mundo, não estou pasteurizada. Eu sou única mas atual. E a forma que eu vou combinar estas roupas e os acessórios é única também: minha forma.
Tudo volta na velha questão: qual sua identidade? Você vai aceitar uma identidade grupal imposta pela midia? Ou vai achar a sua e desenvolvê-la?